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Segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE), a região registou uma subida de 3,8% na procura, um desempenho que contrasta com as perdas verificadas em territórios vizinhos, como o Algarve (-0,2%) e a Península de Setúbal (-3,5%).

A nível nacional, a dinâmica alentejana ficou apenas atrás da região Norte, que liderou com uma subida de 4,0%, e da Região Autónoma da Madeira, que avançou 3,9%.

O balanço do último ano revela que a atividade turística na região continua fortemente assente no mercado nacional.

Com os visitantes estrangeiros a representarem uma quota de apenas 33,5%, o Alentejo posicionou-se como a segunda região menos dependente do mercado externo.

 Este indicador foi superado apenas pela região Centro, onde a rotação internacional se fixou nuns ainda menores 31,0%.

Apesar dos resultados globais positivos, os dados do INE sublinham que o Alentejo continua a enfrentar o desafio estrutural da concentração da procura em períodos específicos do ano.

Em 2025, a região manteve a maior taxa de sazonalidade do país, com 43,6%, repetindo exatamente o valor registado no ano anterior.

O segundo lugar deste indicador foi ocupado pela Península de Setúbal, que fixou uma taxa de 41,4%, o que representa uma ligeira descida face aos 42,2% contabilizados em 2024.