A mostra, que vai estar patente até dia 10 de janeiro, “nasce um ecossistema artístico que convida à reflexão sobre a natureza, o afeto e a esperança, onde criar é regenerar”, explica a Câmara Municipal.

A par disso, a exposição “celebra os 50 anos de carreira do artista plástico e paisagista Alfredo Moreira da Silva, figura singular no panorama da arte contemporânea portuguesa, cuja obra atravessa os domínios da pintura, do design, da arquitetura e da regeneração ecológica”, acrescenta a autarquia.