Iniciado a 2 de setembro de 2024, o projeto referenciou 436 situações de vulnerabilidade social e/ou em risco de pobreza e exclusão social. Destas, oito foram consideradas Intervenções Sociais de Emergência. Os cidadãos sinalizados pertenciam a 20 nacionalidades, sendo a maioria (76%) de nacionalidade portuguesa.

Das 436 referenciações, 10 foram encerradas (três por falta de consentimento, três por impossibilidade de localização, duas por falecimento logo após a referenciação e duas por falta de NISS), o que representa 2,29% do total de casos.As principais entidades referenciadoras foram a própria equipa do Radar Social, os cidadãos, familiares e anónimos, seguidos de diversas entidades do concelho e de um Radar Social de outro município.Para além dos atendimentos e das visitas domiciliárias das técnicas do Radar Social, o projeto promoveu outras atividades. Destacam-se a dinamização de reuniões com várias entidades locais para divulgação do projeto e a participação em grupos de trabalho da Rede Local de Ação Social nas áreas do envelhecimento, do acolhimento e integração de migrantes e do apoio a pessoas em situação de sem-abrigo.

O projeto participou ainda na organização de campanhas de distribuição de bens alimentares e outros géneros a pessoas com carência económica.