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A proteção civil sublinha que estes espaços de lazer escondem frequentemente diversos perigos ocultos e não dispõem de qualquer tipo de vigilância balnear ativa.

Para garantir a segurança de todos e evitar tragédias, as autoridades recomendam vivamente que as crianças sejam mantidas sob vigilância permanente e supervisão direta dos adultos, nunca sendo deixadas sozinhas perto da água.

É igualmente desaconselhada a prática de mergulhos em zonas desconhecidas, uma vez que a profundidade e a morfologia do fundo podem variar drasticamente ou esconder rochas e ramos.

Os banhistas devem também manter-se afastados de infraestruturas hidráulicas, tais como comportas e descarregadores, e optar exclusivamente por praias fluviais ou locais oficialmente autorizados e adequados para banhos.

Finalmente, a ANEPC instrui que, caso se testemunhe uma situação de perigo ou afogamento, não se deve entrar na água para tentar um salvamento direto, devendo pedir-se ajuda imediata através do número de emergência nacional 112.