De acordo com os dados provisórios divulgados pela federação, o número de mortes no primeiro trimestre ultrapassa todos os anos anteriores, revelando uma tendência de agravamento que se tem repetido em diferentes contextos aquáticos, desde rios e barragens a poços, tanques e zonas costeiras.

A federação sublinha que estes números mostram a necessidade urgente de reforçar a prevenção, sobretudo fora da época balnear, quando a vigilância é reduzida ou inexistente.

A entidade destaca ainda a importância da educação para o risco aquático, lembrando que muitos acidentes ocorrem em situações de excesso de confiança ou desconhecimento das condições do local.

Com a aproximação dos meses mais quentes, os nadadores?salvadores alertam para a necessidade de cuidados redobrados, nomeadamente, evitar zonas não vigiadas, supervisionar as crianças permanentemente, respeitar a sinalização e as condições meteorológicas.

A federação lembra que a maioria dos afogamentos ocorre em locais sem vigilância e que a prevenção continua a ser “a principal ferramenta para salvar vidas”.