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A frota de bombardeiros médios partiu acompanhada por uma equipa de sete operacionais. O contingente humano integra dois representantes da autoridade nacional, três pilotos e dois mecânicos do operador aéreo.

Toda a logística e sustentação da missão são asseguradas pela Força Aérea Portuguesa. Um avião militar C-130 foi destacado para transportar o pessoal técnico e as ferramentas de manutenção das aeronaves de combate.

Estes meios fazem parte da reserva europeia rescEU. O sistema reforça a resposta dos Estados-Membros em emergências de grande dimensão sempre que as capacidades nacionais se esgotam.

A ANEPC garantiu que mantém a monitorização contínua do risco de fogo em Portugal continental. A tutela assegura que o apoio internacional não compromete o dispositivo de segurança em território nacional.