Os condutores locais exigem uma intervenção urgente das entidades competentes, alertando para os riscos na segurança rodoviária e para os prejuízos materiais causados pelo mau estado do asfalto.

Quem circula diariamente naquele percurso relata um cenário marcado por fissuras profundas, desníveis acentuados e buracos de grandes dimensões.

Segundo os automobilistas, a deterioração do pavimento obriga à realização de manobras bruscas e perigosas para evitar os obstáculos, o que aumenta o risco de sinistralidade rodoviária na região.

Além dos problemas de segurança, os utilizadores queixam-se do impacto financeiro causado pelo desgaste mecânico prematuro das viaturas.

Danos na suspensão, amortecedores, pneus e jantes têm resultado em despesas de reparação frequentes, que ascendem a centenas de euros para as famílias e empresas locais.

A contestação popular visa a falta de investimento na manutenção das infraestruturas face aos impostos cobrados aos cidadãos.

Classificando a situação atual como um "abandono" por parte do Estado, os utentes da EN120 reivindicam o direito a circular numa via segura e devidamente conservada.