Segundo Gisela Santos, presidente do Rotary Club de Sines, “foi uma palestra excelente, em que o escritor com o seu estilo descontraído e cativante falou de hospitais invisíveis, desses onde não há paredes nem batas, apenas corações em reabilitação”.

“Falou-nos também da coragem que precisamos ter para transformar heranças emocionais em amor. Porque é na dor que encontramos, também, a nossa cura” acrescentou a responsável.

Gisela Santos afirmou também que “o seu livro não é um livro para ser bonito, nem para ser romântico. É um convite cru e direto à vida, à aceitação das nossas sombras, porque é nelas que nos redescobrimos”.

A presidente do Rotary Club de Sines, deixou um agradecimento a Pedro Chagas Freitas, “obrigada, Pedro, por nos lembrares que a vida não nos pede para fugir da dor, mas para a acolher com ternura. Por nos ajudares a perceber que a dor, quando tocada com amor, transforma-se em dom. E em amor. E é isso que nos move a continuar, unidos”.