Na sequência de um alerta de incêndio florestal, os militares da Guarda deslocaram-se à Barragem do Pêgo do Altar.

Após diligências policiais, foi possível apurar que o incêndio teve origem numa fogueira, propagando-se para a vegetação contígua.

No local foi possível identificar os autores do incêndio, os quais foram constituídos arguidos.

Os factos foram remetidos para o Tribunal Judicial de Setúbal.

A proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais, continua a assumir-se como uma das prioridades da GNR, sustentada numa atuação preventiva, com o envolvimento de toda a população e demais entidades públicas e privadas, na salvaguarda da vida humana e na segurança do património de Portugal e dos portugueses.