Segundo as garantias dadas pela petrolífera portuguesa, as operações de importação necessárias para colmatar a pausa temporária na produção estão totalmente planeadas e garantidas até ao final desse período.

Esta intervenção planeada insere-se nos procedimentos regulares de vistoria, limpeza e modernização tecnológica das infraestruturas industriais de Sines, visando melhorar a eficiência operacional e os padrões de segurança da refinaria.

Para evitar perturbações na cadeia de distribuição e mitigar o impacto da paragem técnica na atividade económica, a Galp acionou atempadamente os seus mecanismos logísticos globais, recorrendo à importação de refinados por via marítima através do terminal portuário local.

A empresa reitera que os stocks atuais e os contratos de fornecimento em vigor são suficientes para responder à procura regular de gasóleo, gasolina e outros derivados durante o espaço de tempo em que a unidade estiver inoperacional.

A administração da refinaria prevê o reinício progressivo e seguro das operações da unidade afetada logo após a conclusão dos trabalhos de manutenção no final de outubro.