O alerta foi deixado pelo responsável da organização, António Mestre, que expôs a vulnerabilidade das equipas perante a instabilidade meteorológica, com especial destaque para os dias de chuva e vento forte.

Através de uma publicação nas redes sociais, o dirigente manifestou indignação ao relatar casos de nadadores-salvadores a operar sob condições adversas, protegidos unicamente por chapéus de sol convencionais e privados de postos de vigia estruturados.

António Mestre criticou a persistência deste cenário ao longo dos anos, sublinhando que a exposição continuada a extremos climáticos — do calor intenso ao frio e à precipitação — compromete diretamente a saúde dos operacionais e, por conseguinte, a eficácia do dispositivo de segurança nas praias.

Face à ausência de respostas estruturais por parte das autoridades competentes, a associação exige agora uma revisão urgente do quadro regulamentar atual.

O porta-voz da estrutura defende a obrigatoriedade da instalação de torres de vigilância normalizadas em toda a costa portuguesa, apelando à mobilização da comunidade e à intervenção imediata dos decisores políticos para salvaguardar a integridade dos profissionais e dos banhistas.