De forma a evitar a sobrecarga de viaturas nos centros históricos, a autarquia delineou um forte perímetro de exclusão automóvel nas imediações dos palcos, promovendo a utilização de bolsas de estacionamento periféricas e desincentivando a circulação local de não residentes nas horas de maior afluência.

No plano das restrições viárias, as principais artérias junto ao Castelo de Sines, à Avenida Vasco da Gama e ao Largo Marquês de Pombal, em Porto Covo, vão fechar ao trânsito automóvel durante o período dos espetáculos.

O acesso aos residentes nestas áreas delimitadas será salvaguardado apenas em horários específicos e mediante a apresentação de dístico identificativo.

Em paralelo, a organização determinou que as forças de segurança vão manter corredores de emergência permanentemente desimpedidos para a proteção civil, exigindo-se que todas as viaturas estacionadas nos parques oficiais fiquem posicionadas em sentido de saída, facilitando uma eventual evacuação rápida do público.

A mobilidade dos festivaleiros que optem pelo alojamento local também mereceu atenção redobrada no ordenamento do território.

O parque de campismo ocasional gratuito, instalado junto ao Pavilhão Multiusos, terá a sua lotação máxima fixada em 730 viaturas automóveis, 220 autocaravanas e 650 tendas.

Neste espaço, passa a ser expressamente proibida a entrada ou circulação de qualquer veículo motorizado no interior do perímetro exclusivo das tendas, sendo a ocupação feita por ordem de chegada.

O município apela ao uso dos transportes públicos e dos circuitos de transporte gratuito que ligam Sines e Porto Covo.