Bruno Rosa conquistou o 3.º lugar nos Campeonatos Nacionais de Estrada de Contrarrelógio Individual
O ciclista santiaguense Bruno Rosa conquistou o 3.º lugar nos Campeonatos Nacionais de Estrada de Contrarrelógio Individual da Federação Portuguesa de Ciclismo, que decorreu no Bombarral.
Miguel Pereira conquistou o título nacional de contrarrelógio individual na categoria de Elites Amadores, com o tempo de (23m06s), superando por escassa margem Tiago Galhano e Bruno Rosa, que ficaram a 4 e 13 segundos do Campeão Nacional, respetivamente, numa das classificações mais equilibradas do dia.
O ciclista santiaguense Bruno Rosa, em representação da Casa do Benfica de Almodôvar, consolidou em definitivo o seu estatuto como um dos atletas mais polivalentes e consistentes do ciclismo nacional ao conquistar o 3.º lugar na categoria de Elites nos Campeonatos Nacionais de Contrarrelógio Individual (CRI).
O resultado obtido no Bombarral coroa uma trajetória desportiva marcada pela excelência, tanto na estrada como nas maratonas de bicicleta de montanha (BTT) de extrema resistência.
Natural de Santiago do Cacém, o corredor acumulou uma sequência impressionante de resultados internacionais e domésticos no primeiro semestre de 2026. Apenas alguns dias antes de garantir a medalha de bronze no contrarrelógio nacional, Bruno Rosa sagrou-se o grande vencedor do RaceNature Serra da Estrela, superando as exigentes etapas de montanha na prova disputada em junho.
Esta vitória seguiu-se ao seu maior feito internacional: o 2.º lugar na classificação geral do Skoda Titan Desert Morocco em maio, uma das competições de deserto mais duras do planeta, onde competiu ao mais alto nível na cordilheira do Atlas e nas dunas marroquinas após uma preparação rigorosa iniciada na pré-época.
A nível nacional, o palmarés de Bruno Rosa tem crescido de forma sustentada em várias frentes ao longo dos anos, incluindo o triunfo histórico na mítica maratona de resistência Madrid-Lisboa (770 quilómetros sem paragens).
Já na presente temporada, o ciclista garantiu o 2.º lugar à geral no Granfondo de Torres Vedras (vencendo no seu escalão) e ergueu os braços em Ourique ao vencer a 2.ª prova da Taça de Portugal de Masters.
Com este historial rico que une a explosividade do contrarrelógio à resiliência das maratonas, o atleta da Casa do Benfica de Almodôvar afirma-se como uma das maiores referências do pelotão em Portugal.
