Entre as medidas aprovadas destacam-se a recusa temporária de efetuar altas hospitalares, marchas lentas, concentrações distritais e nacionais, além de toques de sirene coordenados.

Está também prevista a mobilização mensal de viaturas ao Parlamento e a recolha de 20 mil assinaturas para pressionar iniciativas legislativas.

Os bombeiros exigem a criação de uma carreira nacional, um estatuto profissional com contrato de trabalho e tabela remuneratória própria, bem como benefícios fiscais para voluntários. Reclamam ainda um financiamento sustentável das associações humanitárias, através de contratos-programa plurianuais, e um plano de reequipamento que assegure a renovação de viaturas e quartéis.

O congresso terminou com uma mensagem clara, o modelo atual de proteção civil está esgotado e necessita de reformas estruturais urgentes.