A concelhia do Partido Socialista de Santiago do Cacém enviou um comunicado à Rádio Sines onde “lamenta que as comunidades escolares da Escola Básica Prof. Arménio Lança, em Alvalade do Sado, da Escola Secundária Padre António Macedo, em Santo André, e do Jardim de Infância, em Ermidas-Sado, possam continuar expostas aos malefícios do amianto devido à recusa por parte da Câmara Municipal em aceitar o acordo proposto pelo Ministério da Educação para a sua remoção”.

Os socialistas de Santiago do Cacém consideram que, “a recusa de assinatura do acordo pelo executivo municipal liderado por Álvaro Beijinha é mais uma oportunidade perdida, desta feita para se eliminar de vez o amianto das escolas do município, só se compreendendo esta atitude num enquadramento político mais vasto ao nível distrital onde as câmaras de gestão da CDU preferem a via da contestação em vez da efetiva salvaguarda da saúde, do bem-estar e dos interesses das populações”.

A concelhia socialista refere que “a gestão APU/CDU em Santiago do Cacém apresenta no seu currículo décadas e décadas de desperdício de fontes de financiamento que poderiam ter mudado a qualidade de vida dos munícipes do concelho e continua a não retirar nenhuma consequência dos seus erros, hipotecando, no fundo, a vida de todos nós”.

Os socialistas de Santigado do Cacém congratulam-se, por verificar que “os municípios liderados por executivos PS no nosso distrito, como sejam Alcochete, Almada, Barreiro e Sines, primam pelo seu trabalho em defesa dos interesses dos respetivos munícipes e marcaram a diferença ao celebrarem o acordo com o Ministério da Educação ou ao encontrarem outras soluções para a remoção do amianto nas suas escolas”.

O PS lamenta que “concertadamente as câmaras comunistas do Distrito de Setúbal não se tenham feito representar na cerimónia de assinatura do referido acordo, centrando-se antes em serem veículos de protesto ao sabor da agenda política e das táticas partidárias do PCP com vista aos seus fins eleitorais”.

O comunicado socialista surge na sequência da assinatura, na terça-feira, do Acordo de Colaboração, entre o Governo e os municípios da Área Metropolitana de Lisboa, região do Alentejo e Algarve, para a remoção de amianto dos edifícios escolares onde as autarquias da CDU não se fizeram representar.


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